Blog do Guto Kleien

Ao vivo é MUITO melhor

Oi, pessoal. Depois de ver os maiores carrões do mundo e desejar que o 2011 chegue mais rápido para ter o A1 no Brasil, deixei Genebra ainda no domingo em direção a Ingolstadt, a cidade da sede da Audi. Curiosamente, a cidade fica perto de Munique, onde estive antes de ir ao Salão, e faz parte da área metropolitana muniquense.

Só para ilustrar um pouquinho vai umas curiosidades sobre esta cidade: ela foi citada diversas vezes no romance Frankenstein, de Mary Shelley. Ali fica a Universidade “frequentada” pelo doutor Viktor Frankenstein. Outra boa história é que a sociedade secreta dos Illuminati foi fundada em 1776 por Adam Weishaupt lá também. Então, dá para imaginar que essa, que originalmente era uma espécie de cidade-fortaleza, tem um clima completamente medieval e uma porção de museus para visitar. Não tive tempo, claro. Bom, deixa o lado lúdico pra lá e vamos direto para o que interessa.

Assim que cheguei na cidade, vi de passagem o Audi Museum Mobile, o museu móvel, parada obrigatória para os “carromaníacos”. Vale falar dessa atração em um outro momento. Agora vou me concentrar na fábrica que, em si, já tem muita história. No período pós-guerra, em 1945, imagine: o local funcionava como depósito de peças para armas militares. Ali começaram a ser produzidos os primeiros DKW, que foram avançando rapidamente até a fusão de DKW, Wanderer, Audi e Horch na criação da Auto Union GmbH e que, posteriormente, se transformou em Audi.

Em 2000, foi inaugurado o complexo que abriga a fábrica e o Audi Forum Ingolstadt, uma combinação de museu, fórum, o Market Restaurant e o restaurante Avus, cinema, o Audi Shop e o centro de serviços. É para passar um dia inteiro mesmo, é bom estar preparado. Hoje a área ocupada pelo complexo são 200 hectares, o mesmo tamanho que Mônaco e a quantidade de empregados ultrapassa o número de residentes do principado! São cerca de 32.707 empregados dos 124.000 que residem em Ingolstadt – obviamente a Audi é a maior empregadora da região.

Passamos por 11 estações diferentes dentro da fábrica, mas como não pude tirar fotos (as que usei para este post são fotos de divulgação), vou descrevê-las. Começamos a visita pela seção de Elétrica/Eletrônica, onde são criados e executados os sistemas multimídia, LEDs e outras tecnologias que a Audi vai levar para todos os seus carros.

Depois de passar pela área de Desenvolvimento de Motores, onde são produzidos os blocos, fomos ao “Túnel de Vento”, onde são simuladas situações climáticas variadas e os carros são submetidos a testes extremos. Em seguida, e nessa parte eu fiquei muito extasiado, fomos ao Centro de Pesquisa de Segurança. Nossa. Amigo, ver os carros voando em direção a uma parede de concreto para ver o quanto eles se destroem joga muita adrenalina no sangue. Você fica esperando o carro se desintegrar, mas o mais impressionante é que não. Amassam, claro, mas não se destroem. Eles foram feitos, mesmo, para durarem muito e “sobreviverem” às situações mais extremas. O boneco que faz as vezes de motorista, nos dois testes que presenciei, saiu ileso de batidas muito fortes. Segurança realmente é um dos fortes da Audi.

Dali seguimos para as seções de Produção em si, como a Produção de Peças, Estamparia, Armação de Carrocerias e Pintura. Aqui, a automação atinge cerca de 97%. Uma dança silenciosa de robôs que bem ensaiados poderiam estrelar um espetáculo do Cirque du Soleil. Seguimos, então, para a Montagem (fotos abaixo), obviamente a maior seção de toda a fábrica, equipada com piso de madeira de baixo impacto e equipamentos ergonômicos, que permitem que carros inteiros sejam erguidos por pessoas sem esforço algum. É o domínio do homem sobre a máquina! Hehe . Ah! Um dado legal: é possível montar um carro em 4 horas e meia. O processo todo, desde o motor à montagem, demora apenas 17 horas.

Para finalizar a visita, chegamos ao Controle de Qualidade com seus inúmeros testes e verificações, de vazamentos a detalhes no acabamento. Aliás, meu amigo, que acabamento. Um banco de couro, por exemplo, tem 36.000 pontos de costura por assento!

Mas a Audi não se preocupa apenas com a qualidade dos seus carros, mas com a qualidade do mundo que vivemos. A sede de ingo foi totalmente adaptada para diminuir ao máximo a emissão de CO2 na atmosfera durante a produção dos carros. E com esta maximização, através do uso eficiente de recursos, conseguiu reduzir em 19 mil toneladas por ano e conquistar o ISO 14001!

Em linhas muito gerais é assim que um Audi sai do projeto e chega às ruas. E realmente é uma experiência única. O vídeo que postei abaixo mostra um pouco do processo. Mas garanto que ao vivo é mais gostoso. Tomara que um dia você possa viver isso também. Será? Um passarinho me contou que talvez possa. Vamos ver!

P.S.: É possível fazer um tour virtual, que passa pelos exatos locais que passei, neste link aqui.


O trovão nas suas mãos

Gente, estou de volta às terras tupiniquins. Se você leu os posts abaixo, sabe que a viagem foi intensa e a única coisa que me faltou por lá foi tempo. Por isso, ainda tenho muito o que falar. E para não perder o fio da meada, vou continuar com a participação da Audi no Salão de Genebra, mais especificamente sobre a tecnologia e-Tron, que desta vez apareceu na versão A1. Trazer esta tecnologia para a grande novidade da Audi deixa mais que claro que a montadora está empenhada em deixar seus motores mais verdes e que, muito em breve, os carros elétricos vão fazer parte da nossa realidade.

A primeira vez que a Audi apresentou esta tecnologia foi no Frankfurt Motor Show, em setembro, do ano passado, com uma versão do R8. Claro, a Audi estava em casa e mostrou a que veio. Este e-Tron versão R8, com linhas bem mais agressivas e faróis redesenhadíssimos, tem bateria de íon-lítio e quatro motores elétricos em cada roda, que geram 317 cv e um torque arrasador de 458 kgfm. Só para efeito de comparação, no R8 V10 5.2, o torque é de 54 kgfm! Com esse conceito, a Audi reafirma que os elétricos podem, sim, ser carros esportivos e ter autonomia. Esse “avião”, por exemplo, voa de 0 a 100 km/h em 4,8 segundos e, com apenas 3 horas acoplado a uma tomada de 220 W, roda 250 km.

No começo de 2010, em Detroit, a 2ª geração do elétrico já chegou eletrizante, com o perdão do trocadilho. Era o chamado e-Tron Detroit Showcar, inspirado parte nas linhas do R8 e no TT (eu acho que é bem inspirado no TT). Uma versão bem compacta, menor do que a apresentada em Frankfurt. Chegou a ser chamada de “baby R8”. Neste, são dois motores elétricos para cada eixo, produzindo 206 cv e 270 kgfm, ainda impressionantes. E continua sendo um The Flash: 0 a 100 em 5,9 segundos.

Daí a Audi esperou só mais um pouquinho para, no Salão mais exclusivo do mundo, apresentar o A1 e-Tron. Um “Mega City Vehicle”, ou seja, o veículo da Mega Cidade. Um carro com emissão zero de CO2, fácil de estacionar e equipado com os sistemas multimídias mais modernos. Tudo o que é necessário para enfrentar o trânsito colossal.

Obviamente, diferentemente de seus colegas eletrizados, o A1 e-Tron é um carro compacto e, portanto, sua potência é bem menor. 62 cv, apesar de que ele pode chegar a 103 cv em pequenos arrancos de 10 segundos. O motor é localizado na frente, ao contrário das outras versões. E quanto ele é capaz de rodar? Senta.

A bateria de íon-lítio de 12 quilowatts-hora dá autonomia de 49 km. E se você ficar sem carga, há um pequeno motor Wankel a combustão que irá gerar a eletricidade para o carro, aumentando a autonomia para 209 km. Tudo bem que este motorzinho emite CO2, já que é a combustão, mas é pra ser usado só quando necessário.

Então é isso. A linha e-Tron chegou, meu amigo. E já nos conquistou. Sabe por que e-Tron? Eu explico: “e-“ de eletrônico e de elétrico, em sintonia com a época em que vivemos altamente conectados e cada mais vez mais necessitando de soluções ambientais. Ponto para a Audi. E “Tron” porque é uma homenagem ao filme do estúdio Walt Disney, dos anos 80, com Jeff Bridges, e que tem uma continuação que estréia em dezembro desse ano, Tron: Legacy. Não entendeu a relação com o filme? Assista o trailer abaixo. É tiro e queda.

Um planeta chamado Salão de Genebra

Buenas, galera. Finalmente chegou o grande dia do Salão Internacional de Genebra. Quem gosta de carros, sabe que estar em solo suíço para ver os grandes lançamentos do automobilismo internacional é uma coisa pra lá de especial, porque, este é muito mais que um evento de grandes marcas. É um evento de grandes carros.

Deixa eu explicar. O Salão de Genebra não chega a atingir o tamanho de outros, como o de Paris, Frankfurt e Detroit. Mas o que faz toda a diferença é a exclusividade dos carros apresentados aqui, às vezes mais que uma Ferrari. Afinal, estamos em território milionário, a neutralidade suíça tem suas vantagens, e por isso as montadoras trazem suas melhores apostas para cá.

Não é à toa que, neste cenário, a Audi tenha apresentado grandes apostas aqui:  o A1, o A1 e-Tron, o A8 híbrido e o RS 5. O RS 5 é uma espécie de primo do R8, que deve disputar atenções com os amantes (e não-amantes da marca). O A1 e o A1 e-Tron são as revelações do Salão, as pequenas-grandes estrelas (só faltava o tapete vermelho estendido, pois os flashes estavam lá). O estande da Audi ficou lotado o tempo todo e as miniaturas do compacto acabaram em um minuto (nem deu tempo de conseguir a minha ;( ). Como disse o amigo @feof no Twitter, o A1 vai desbancar o Mini, o Medium e o Large. Por que será que eu não duvido? ;)

Mas antes de falar sobre eles, quero contar um pouquinho mais sobre o Salão. Ele realmente é muito diferente de todos os outros que eu já fui. Não é um evento comum. As grandes marcas mundiais estão presentes, claro. Mas o espaço e a atenção das milhares de pessoas que passam por lá também é disputado por marcas menos conhecidas que fazem carros de forma quase artesanal, produzindo pouquíssimas unidades por ano. Praticamente obras de arte motorizadas que chegam a custar 500 mil euros (!). E olha, olhar essas máquinas de perto chega a arrepiar.

Olha algumas dessas belezinhas: o Zonda Tricolore da Pagani tem um motor V12 7.3 de 672 cv (!!) e vai de 0 a 100 km/h em 3,2 segundos! De cair o queixo.

A Hispano Suiza, que produzia carros de luxo nos anos 20, voltou ao Salão depois e ficar 8 décadas construindo turbinas de avião! Ela apresentou o modelo, que leva o mesmo nome da marca: uma remontagem do Audi R8 V10 5.2 FSI, com dois superchargers elétricos que o transformam em cometa de 750 cv (!!!!) e deve atingir a marca de 700 mil euros (não existe exclamações suficientes para isso).

A holandesa Spyker, conhecida do mundo automobilístico por seus carros exóticos, voltou com o C8 Aileron, cupê de design apresentado ano passado e aperfeiçoado para este ano.

Ainda estavam ali a britânica Morgan, fabricante de esportivos e conhecidos como Moggies (primeira foto abaixo), de design retrô, e a sueca Koengsegg, com seu Agera 4.7 com turbos gêmeos e, puxando ao limite, 922 cv, que atinge 394 km/h (ah, não… Esse voa de verdade!).  Detalhe: a Platinuss trará o Koengsegg CCXR ao Brasil ao preço de R$ 6 milhões.

Outra italiana muito, muito exclusiva a expor foi a Fornasari. Criada em 1999, trouxe seus agressivos SUVs off-road, como o RR600, que une luxo, conforto e o desempenho de um carro de estrada, como o RR600 que voltou ao Salão com uma versão revisitada.

Entre os designers de luxo, estavam modelos da I.de.a Institute (o Instituto de Desenvolvimento em Engenharia Automotiva, baseada em Turim, na Itália) criadora do Tata Nano, que trouxe para cá o conceito do sedã Sofia, que é inspirado nas formas femininas, Veja a foto:

Foi mesmo uma festa para os olhos. Acho difícil conseguir uma reunião de carros tão exclusivos e poderosos como estes em qualquer outro lugar evento que não aqui. É alucinante. Uma experiência que quero repetir e recomendo fortemente.

E depois de viver isso tudo, de ver esse show de invenções, tecnologia e design fico ainda mais apaixonado pela Audi. Porque ela traz efetivamente toda essa evolução que vi aqui para carros que muitas pessoas podem ter. E no fim do dia, isso faz uma bruta diferença. Agora, quanto à pergunta do post anterior, se eu prefiro o A1 ao A8, posso responder que tenho um coração de mãe. ;)

Amor à primeira acelerada

Oi, galera. Meus dias aqui estão sendo intensos. A agenda é tão cheia que acaba me faltando tempo para atualizar o blog. Mas antes tarde do que mais tarde ainda, vou contar para você tudo o que aconteceu por aqui.

Antes de ontem, vivi o dia que foi, sem dúvida, um dos mais emocionantes da minha vida. Fiz o teste-drive de vários modelos (dá uma olhada no meu Twitter), mas um deles roubou totalmente a cena: o A8. Claro que todos os carros são incríveis, mas por este, amigo, eu fiquei apaixonado. Pilotar esta máquina é uma coisa eletrizante. De tirar o fôlego. Ele merece todos os adjetivos desses que a gente lembra quando vive aquela sensação de friozinho no estômago.

Quando entrei no A8, sabia que a experiência seria única, mas foi muito mais do que poderia imaginar. A tração integral Quattro literalmente gruda o carro no chão. Mesmo com a pista praticamente congelada a sensação de controle e dirigibilidade é a mesma que temos em um asfalto seco. A temperatura controlada, a posição dos bancos e do volante, a visibilidade dão uma sensação de conforto e bem-estar que faz a gente esquecer que lá fora estava quase zero graus. Comecei a perceber todas as sutilezas do carro quando ainda estava em uma via local, a caminho do nosso destino: uma Autobahn – as famosas estradas alemãs com limite de velocidade altíssimos. Foi aí que meu coração explodiu. 220 km/h! Foi muita, muita adrenalina, de um tipo que nunca tinha sentido na vida. Impressionante.

Aí sim consegui ver na prática o que o motor V8, com seu torque de 445 Nm é capaz. A neve? O tempo ruim? Sempre é verão dentro de um A8. Mas como um A8 vai muito além do seu notável motor, lógico que aproveitei para testar tudo o que ele tem de excepcional. O Side Assist realmente ajuda na direção, principalmente em alta velocidade, porque ele emite um sinal quando um carro, que provavelmente também está em alta velocidade, se aproxima. A 200 km/h não pode haver erros. E ele ajuda muito a não errar.

Outra coisa que é demais, faz toda a diferença e ajuda muito na direção é o sistema de night vision. Uma câmera de visão noturna térmica colocada na frente do carro transforma o calor do corpo em imagem! Cara é demais. Dá pra ver perfeitamente a silhueta de uma pessoa na tela de 8 polegadas que faz parte do MMI, o sistema multimídia do carro. Sério, estava me sentindo um agente secreto.

Passei então a sentir o carro de todas as maneiras possíveis. Fui do modo de direção Auto (automático, escolhe o modo de acordo com seu comportamento) para o Dynamic (modo esportivo) e daí para o Comfort (modo de direção mais leve). E depois tudo ao contrário. E depois tudo de novo. De um minuto para outro deixei de ser um agente secreto para ser a criança mais feliz do mundo.

Todo mundo sabe que eu sou apaixonado pela tecnologia da Audi, mas depois dessa experiência, porque foi muito mais que um test-drive, a Audi conseguiu virar a chave que liga a devoção. Terminei o dia encantado pelo A8. Mas este amor já foi posto a prova. Ontem fui para Genebra acompanhar o lançamento do novo A1. Sabe quem ganhou? Conto amanhã  hehe ;)

Uma literal voltinha por Munique

Galera do Brasil, como disse no post anterior, hoje foi o meu dia livre da viagem. É impressionante como a gente consegue fazer muito mais coisas do que se imagina quando se está em uma cidade como Munique.

Acordei bem cedinho, tracei um roteiro com a ajuda do Google Maps no meu iPhone pensando nos pontos mais legais da cidade e fui. Uma das grandes vantagens de estar aqui a convite da Audi é que tinha um A8 esperando por mim na porta do hotel. Aliás, um hotel maravilhoso que fica dentro do aeroporto. Postei no meu twitpic uma foto dele ontem. De uma arquitetura tão fina que não duvidaria se me dissessem que o criador do projeto é um designer da Audi, hehe.

Segui então para o centro da cidade e a minha primeira parada foi na Marienplatz (Praça de Maria). Este lugar é o coração de Munique, o marco zero da cidade. Bem no meio da praça fica a coluna de Santa Maria, com sua imagem feita em ouro. E ao fundo dá pra ver a prefeitura da cidade. Os prédios são incrivelmente conservados. É realmente um lugar muito bonito. Vale a pena visitar. Dá uma olhada:

Esta parte da cidade realmente é linda, mas cheguei a Munique com a dica de outros pontos turísticos que também valiam muito a pena: as cervejarias. Então achei que deveria conferir se realmente a Oktoberfest merece ter nascido aqui. Escolhi ir direto à mais famosa delas: a Hofbrauhaus, que existe há mais de 400 anos.

Achei que estava em filme de cinema. Garçonetes carregando canecas de 1 litro (!) para todos os lados, uma banda com instrumentos gigantes tocando musicas típicas e muitos, mas muitos alemães tratando as canecas como copos de chopp. Genial. E para acompanhar a “comida líquida da Bavária” mandei uma Weisswurt, a típica salsicha branca alemã. Sabores que entraram para a memória. Olha só:

Depois de viver essa imersão antropológica, fui para o Parque Inglês, o maior parque municipal do mundo. O lugar é muito bonito, cheio de lagos, riachos, verde e muitos, muitos alemães com suas canecas sentados no “Seehaus”, o mais popular dos “jardins de cerveja”. Este fica dentro do parque, mas existem outros espalhados pela cidade. Espia a foto:

Resolvi, então, alimentar uma das minhas inúmeras paixões: o futebol. Parti para conhecer o Allianz Arena, o estádio oficial do FC Bayern de Munique e o mais incrível da Copa do Mundo de 2006. A estrutura é sem igual, parece uma peça de arte. Bom, para a arquitetura mundial deve ser mesmo.

E como o dia de turista tem 48 horas, deu tempo ainda de correr atrás de uma outra invenção de Munique: o pretzel. Encontrei um delicioso na padaria Rischart, da Marienplatz, bem no caminho de volta para o hotel. E, me desculpe, ele era tão bom que não deu para tirar foto, então roubei uma do Google ;)

Finalmente voltei para o hotel. Vou deixar a noite de Munique para uma outra vez, porque quero reservar energia para os test-drives de amanhã. Agora vou aproveitar as outras maravilhas do hotel. E garanto: o lado de dentro é tão sensacional quanto o de fora.

Embarque imediato

Estou embarcando para a Europa hoje! Oportunidade única que a Audi me ofereceu: visitar mais uma vez a fábrica de Ingolstadt, onde os mais incríveis carros do mundo são construídos, além de participar do Motor Show e de treinamentos exclusivos.

Serão 5 dias de viagem entre Munique, Genebra e Ingolstadt. Estou bem ansioso, afinal, é muita coisa para registrar. E vou mostrar tudo para você, aqui no blog e no meu twitter. Você vai ver cada detalhe, cada curva de motor, cada emblema, cada paisagem, vou esquadrinhar tudo.

Vou dar uma palhinha do meu roteiro: embarquei hoje, escrevo do avião, aliás, e faço um vôo de cerca de 11 horas e meia até Munique. Amanhã tenho o dia livre para conhecer esta cidade que é a terceira maior cidade da Alemanha. A casa do Bayern München (morram de inveja, amigos do futebol) e da Hofbräuhaus, a mais famosa cervejaria do mundo, que está na foto abaixo. No sábado, dia 6, coisa bem chata (!), faço um test-drive em todos os modelos Audi. Sim, eu disse TODOS! Por favor, não morra de inveja. =)

No dia 7 (domingo), tcharam!, vou a Genebra acompanhar o Motor Show desse ano e ter o prazer de ver de perto todas as máquinas que a Audi trouxe. O A1, o A1 e-tron, o A8 híbrido, o RS 5, enfim, todo o estande da montadora. Espere uma penca de fotos. No dia 8 (segunda), farei treinamentos sobre a Audi sobre as novidades nos sistemas multimídia e a respeito da nova sensação de agora: os LEDs.

Dia 9 (terça), visito a fábrica da Audi, em Ingolstadt. E de novo estarei lá! Da última vez, foi quando minha paixão pelas quatro argolas aconteceu. Visitarei também o Museu Móvel e vou participar da Annual Press Conference da montadora. Vou tentar ao máximo traduzir em palavras e fotos para dividir com você esta viagem incrível.

Mas enquanto o avião não deixa o solo e ainda consigo ficar conectado, vou falar sobre uma ferinha que já está brilhando na mídia: o A1. Hoje ele será apresentado ao público, no Salão de Genebra. A imprensa já teve o privilégio no dia 02/03. Tem umas fotos bem legais dele aqui e aqui.

Um dado: Justin Timberlake, que é o embaixador do A1, está produzindo uma música especialmente para o carro e irá participar de um seriado de 6 episódios que será transmitido pelo microsite deste pequeno notável. Microsite que, aliás, está bem legal. Entra lá e faz um A1 com seu estilo. Eu já fiz o meu. Veja aqui.

Bom, é hora de levantar vôo. Em breve, volto com as novidades da viagem e mais sobre o A1, a grande novidade da Audi. Veja abaixo o vídeo da apresentação do compacto no Salão de Genebra.

Felizardas do Audi Gift Day #2

O Audi Gift Day #2 chegou ao fim e o presente é de arrepiar: comemorar ao Dia Internacional das Mulheres acelerando os superesportivos da Audi no autódromos mais importante do país: Interlagos. Sim! Aquele da Fórmula 1, onde o gênio Ayton Senna deu 7 voltas com o câmbio travado na sexta marcha em 1991 e ainda ganhou a corrida. Dose máxima de adrenalina.

E quem vai viver toda essa emoção são as 2 sortudas indicadas pelo grande vencedor do concurso, o Fábio Campos (@frodex_), que respondeu à pergunta “Porque uma supermulher merece um superesportivo” com a frase “Porque ambos deixam os homens de queixo caído”. É esse aí vai ficar bonito na foto com as garotas.

E como se não fosse suficiente, as moças ainda vão curtir todas os outros mimos do evento: sessão de massagem, centro de beleza, vários presentes. Tudo isso no dia 8 de março, afinal, este dia é todo delas.

Só Audi A1 pra você! Direto de Genebra!

Abaixo, pra você, as fotos do novo A1 + o A1 e-Tron e o A1 com o pacote S line. Ou seja, só o que tem de melhor em Genebra!

Rápidas

  • Depois de 7 anos na justiça para obter controle total do slogan “Vorsprung durch Technik”, a Audi finalmente ganhou a batalha contra o Tribunal de Justiça Europeu. Para quem não sabe, U2 e o Blur já gravaram canções em que citaram a famosa frase. Até mesmo no filme Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes, de Guy Ritchie, a famosa frase é citada. A tradução mais próxima do slogan é “Avanço através da tecnologia”.

  • Semana que vem, finalmente, abre o Salão de Genebra, na Suíça, e o A1 será apresentado oficialmente ao público. Aliás, quem não quer gastar ou não pode para ir até a Suíça, pode assistir a transmissão online ao vivo, em streaming, pelo site tv.audi.com, no dia 2 de março, terça, às 9h30. Quem apresentará o compacto é o embaixador do modelo: Justin Timberlake.
  • Já observado neste blog, serão apresentados em Genebra o A1, o A8 híbrido e o RS 5 e… e… mais uma surpresinha.
  • Termina neste final-de-semana o Audi Gift Day especial para mulheres. A ganhadora felizarda irá com uma acompanhante a um evento exclusivo da montadora, com um driving experience (test-drive com os modelos da Audi, curso de pilotagem; literalmente uma experiência única de direção) e mimos. Basta acessar www.audisfera.com.br/concurso e ler o regulamento.

Preparativos para Genebra

Semana que vem, no dia 4, começa o Salão de Genebra, na Suíça. A expectativa é alta, afinal, a Audi apresenta o topo de linha híbrido, a grande revelação e a versão apimentada de um cupê de design. Traduzo: o A8 híbrido, o novo A1 e o RS 5.

O A8 híbrido, depois do Q5 híbrido, é a confirmação de que, antes mesmo de investir em tecnologia de carros elétricos, a Audi definitivamente quer ampliar seu espectro e apostar no foco europeu em ambiente. O topo de linha é a nova versão do sedã imponente apresentado em Miami, agora equipado de um diferencial importante: motor bicombustível. Nada mal, principalmente se vier ao Brasil: as duas versões, de preferência.

Apresentado aos poucos até a semana passada, o A1 e a pegada jovem já vem conquistando fãs mundo afora. Não é para menos, o compacto foi revelado primeiramente na internet, o que, por si só, é uma estratégia completamente atrelada à juventude de hoje. Uma espécie de mini-A3 com personalidade própria é o que define o pequeno. Um carro feito para cidades. Aqui, a versão mais quente do A1 deve vir com motor 1.4 turbo de 122 cv. E, pra mim, por favor, podem mandar com o opcional de 7 marchas S Tronic. Ainda não se confirma o boato de um S1, mas nós, aficcionados, queremos e muito.

Por último, nessa semana pipocaram fotos do RS 5, a versão “hot hot hot” do A5. O cupê deve vir completinho, 7 marchas S Tronic também e bem adiantadinho no quesito cv: 456 bem encaixadinhos em um V8 de alta rotação. Também tem o diferencial central que comentei no post antes do anterior e que, sem trocadilhos, faz toda a diferença na esportividade do modelo. Tudo isso amalgamado na tração quattro ®, integralíssima. É quase um R8 embutido em um A5.

E aí? Tão ansioso quanto eu para semana que vem?

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