Blog do Guto Kleien

A vez dos robôs

De 16 a 23 de setembro, a Trafalgar Square, um dos pontos mais movimentados de Londres, será dominado por oito robôs da Audi.

Não… hehhe. Não se trata de um plano das quatro argolas de conquistar o mundo! Estou falando da instalação Outrace, de Clemens Weisshaar e Reed Kram. O projeto foi encomendado pelo London Design Festival e a Audi emprestou as máquinas que fazem parte de sua linha de produção.

Durante o período o público que estiver por lá, assim como gente do mundo todo por meio da internet, será capaz de “controlar” os robôs e interagir com eles. Os robôs trabalharão com luzes LED.

Se liga na ideia dos caras:

“Máquinas aparentemente inacreditáveis, tiradas das páginas dos livros de ficção científica, robôs industriais são, na verdade, onipresentes nas linhas de produção de alta tecnologia. Mas, longe do contexto do dia a dia, por trás das paredes das fábricas, e levados à praça mais central de Londres eles se tornam embaixadores poderosos de uma terra estrangeira, que, em nosso meio, produzem os carros que dirigimos”

E veja agora um gostinho do que eles pretendem mostrar em Londres:

Pra terminar, os robôs na fábrica, montando um Audi A1:

Palavra do especialista

Um vídeo bacana, que eu legendei para vocês, traz diretores da Audi explicando a grandiosidade deste lançamento em detalhes!

Olho de águia

Audi A8

Audi A8

A Audi foi a primeira fabricante de automóveis a reconhecer o potencial revolucionário das lâmpadas de LED e incorporá-las a seus modelos.

A aposta deu tão certo que hoje em dia você é capaz de reconhecer um Audi só pelos faróis diurnos. Hoje as quatro argolas estão na frente nesta tecnologia, ditando os próximos passados deixando os concorrentes para a trás.

Mas você sabe o que é um LED? O Diodo Emissor de Luz (ou Light Emitting Diode) tem o tamanho de um grão de areia! Mas esse pontinho – que poderia ser descartado por leigos – gera mais luz branca que qualquer fonte de luz conhecida no mundo. É capaz de converter energia diretamente em luz, é muito eficiente em termos de consumo, tem vida útil praticamente eterna e acende dez vezes mais rápido que luzes incandescentes.

Tudo começou há sete anos, no Salão de Detroit, quando a marca apresentou o conceito Pikes Peak Quattro, que mais tarde inspirou o atual Audi Q7 e que chamou a atenção pelas faixas de luz no para-choques. Os faróis de neblina foram os primeiro do mundo equipados com LED de alta perfomance e sua aparência fez sucesso com o público.

O primeiro modelo de produção da Audi a ter faróis diurnos de LED foi o A8 12 cilindros. Isso foi pouco depois de Detroit e, até então, ninguém tinha feito nada do gênero. Hoje, além dos faróis diurnos, o carro-chefe das quatro argolas também está disponível em faróis totalmente de LED. A mesma opção existe para o novíssimo Audi A7.

O sucesso dos LEDs é uma conquista para a Audi, já que a aposta da marca nos diodos inicialmente não foi muito levada a sério pelo mercado.  Mas quem já experimentou sabe da alta performance e distribuição homogênea da luz que eles promovem. Outro ponto interessante é o conforto visual que ele cria, com luz de coloração parecida com a diurna, que não cega quem vê o carro à distância nas mais diversas condições climáticas. Além do faróis dianteiros dos carros, os LEDs também aparecem quando um Audi dá ré, freia ou dá sinal de pisca.

Outra coisa interessante sobre os LEDs é como eles reduzem o consumo de combustível. Em maio de 2011 os faróis diurnos serão mandatórios na União Europeia. Alguns países – como a Itália, Dinamarca, Finlândia, Estônia e Suécia – já fazem uso dessa prática. Com isso, faróis dianteiros, luzes traseiras e a placa consomem cerca de 200 watts. Se esses motoristas estivessem em um Audi A4, com faróis diurnos ligados, esse consumo baixaria para apenas 15 watts, 0.2 litros de combustível a cada 100 quilômetros rodados e 4 gramas de CO2 emitidos por quilômetro.

Só para você ter uma ideia, todos os modelos Audi vendidos em 2008 com luzes diurnas de LED consumiram – juntos – em seu primeiro ano de uso 10 milhões de litros de combustível a menos e deixaram de emitir 25 mil toneladas de CO2.

Pra variar, a Audi não vai parar por aí e já está estudando novos meios de aplicar LEDs em seus modelos e pesquisas sobre luz digital. Mas isso é uma outra história… que eu conto depois!

Audi Pikes Peak quattro, o pioneiro no uso do LED

Volta ao mundo em três corridas

O R15 TDI que garantiu a vitória inesquecível da Audi em Le Mans agora vai rodar pelo mundo graças ao International Le Mans Coup, campeonato recém-criado que começa em 12 de setembro no autódromo de Silverstone, na Inglaterra.

A ideia do Automobile Club de l’Ouest (ACO), organização automobilística francesa por trás de Le Mans, é dar continuidade World Championship for Makes,  que embalou os fanáticos por velocidade entre 1953 e 1984 e que, em alguns momentos, chegou a ser mais popular que a Fórmula 1.

Depois de Silverstone, o calendário de 2010 inclui mais duas corridas: a 1000-milhas “Petit Le Mans” em Road Atlanta (EUA) e as 6 horas de Zhuhai (China). A partir do ano que vem, as 24 horas de Le Mans serão o auge do evento, que terá no total sete corridas em três continentes: América, Europa e Ásia.

As três corridas deste ano contarão com a presença dos R15 TDI da Audi Sport Team Joest na categoria protótipos. Para as quatro argolas trata-se de uma oportunidade ouro, pois podem competir em mercados importantes e, ao mesmo tempo, testar novas tecnologias.
O R15 TDI de Silverstone será quase idêntico ao campeão de Le Mans este ano, exceto por sua aerodinâmica, que foi ajustada para ter mais downforce. A qualidade da performance dele será posta à prova nas três corridas, mas a Audi tem como meta a vitória.

Liderando o time, a dupla Tom Kristensen e Allan McNish.  As feras Dindo Capello, Timo Bernhard, Romain Dumas, Marcel Fässler, André Lotterer e Benoît Treluyer também fazem parte da escalação total de pilotos.

Para 2011 as novas regulamentações da ACO exigirão carros mais leves combinados com força, durabilidade,alta capacidade de recuperação de energia e motores com consumo eficiente de combustível. E a Audi já está trabalhando em um novo projeto: o R18!

O som da Audi

Na sexta-feira eu mostrei o trabalho da galera que cuida para que a experiência acústica dentro de um Audi seja perfeita e que o carro seja uma sinfonia afinadíssima de sons.

Mas além desses sons e ruídos que um modelo da Audi deve ter, existe ainda a “música da marca”, capaz de ser reconhecida mesmo se você estiver de olhos fechados.

A famosa batida do coração – que acompanha os comerciais da Audi há 14 anos – já é uma prova do impacto sonoro da marca.

Mas as quatro argolas querem ir além e, por isso, estão trabalhando no Corporate Sound,um projeto ambicioso e detalhista que está coletando sons que traduzam a marca em um catálogo virtual para ser usado por agências do mundo inteiro trabalhando para Audi.

Estes sons funcionam como “temperos” que podem ser misturados mais tarde por compositores para chegar a uma nova combinação. Eles incluem notas musicais, timbres e melodias exclusivos de instrumentos de corda e percussão, assim como sons dos próprios carros.

Esta, aliás, é a primeira parte do trabalho. Todos os modelos Audi estão sendo gravados nas mais diferentes situações: andando em asfalto molhado, passando por cascalhos, acelerações máximas, freagem, portas batendo, botões sendo girados etc. São dezenas de microfones instalados no interior do veículo, sobre os pneus e no compartimento dos motores.

Até mesmo sons iguais, mas ouvidos de diferentes perspectivas, foram gravados. Tudo para conseguir ainda mais autenticidade.

A música é capaz de tocar profundamente as pessoas. É só pegar como exemplo o efeito que elas têm em um filme. No entanto, a estratégia de Corporate Sound não é utilizada por outras marcas.

“Muitas empresas têm seus ‘sound logos’ tocados ao final de um comercial, mas a música ao fundo do comercial todo raramente é memorável”, explica Andreas Graf, diretor da agência s12 GmbH, que junto com Florian Käppler, da Klangerfinder GmbH & Co KG, são parceiros da Audi nesta empreitada. O resultado disso é que, se você, por exemplo, for à cozinha durante o intervalo de um filme, dificilmente conseguirá diferenciar uma propaganda da outra na TV.

Outra coisa interessante é que a maior parte dos fabricantes usam sons genéricos de carro em seus comerciais. Isso significa que todo mundo conta a mesma “fonte” e, por isso, no final, tudo parece igual. O catálogo de sons Corporate Sound vem justo para quebrar essa mesmice.

E o projeto não acaba por aí: além do catálogo de sons, outros detalhes a serem supervisionados pelo Corporate Sound incluem um “pool” de músicas não exclusivas, mas que sirvam de trilha sonora perfeita da Audi em eventos e concessionárias. A “voz  exclusiva da marca” também está nos planos futuros das quatro argolas e deverá aparecer em comerciais e anúncios.


A sinfonia das 4 argolas

Nos dois posts anteriores da série “Design Sensorial” eu falei pra vocês do cuidado da Audi em relação ao Olfato e ao Tato. Pois agora chegamos a “Audição”!

E – como você mesmo deve concordar – nada mais irresistível que a música de um Audi. Mas, você tem ideia do trabalho todo por trás disso?

A Audi trabalha com sound design há 30 anos e, atualmente, envolve uma numerosa equipe para garantir que todo e qualquer “barulhinho” do seu carro seja agradável e pertinente.

São 60 engenheiros analisando e cuidando do conforto acústico. Há também um time dedicado inteiramente a criar sons. Fora isso, mais um punhado de gente especializada  de vários departamentos cuida dos ruídos “funcionais” dos carros. Por fim, há um time que cuida exclusivamente dos barulhos indesejáveis.

Essa galera toda é capitaneada pelo Dr. Ralf Kunkel, o diretor da Acústica da Audi. Juntos, eles determinam o som que cada Audi deve fazer, desde o motor até o escapamento, passando pelo retorno que temos durante a aceleração do carro e o ruído de estrada que ouvimos dentro dele. Até o indicador de seta não escapa da análise deles!

É por isso que Kunkel se refere aos carros da Audi como uma “orquestra” e o trabalho que fazem como diferenciar bons músicos e encontrar notas dissonantes.

A maneira como um Audi soa também deve levar em consideração duas coisas: a expectativa do cliente e as características próprias do modelo. O objetivo é causar uma impressão positiva, dentro das leis que regem ruídos. No campo da “psicoacústica”, sons desagradáveis, de notas altas, podem até gerar agressividade. E isso ninguém quer sentir dentro de um carro, certo?

Assim, carros da linha S, alem de soarem robustos e esportivos, devem parecer rápidos também aos ouvidos! Se soassem “bonzinhos” demais, desapontariam o comprador. Já a elegância do Audi A8 exige sons discretos e sutis, que dêem a sensação de conforto.

Esse trabalho começa na concepção do modelo Audi e se estende durante toda a produção. Notas indesejáveis são “consertadas” com o uso de outros sons ou mesmo de complementos físicos.

Kunkel fala que, no passado a ideia era suprimir o som. Agora o trabalho é apenas torná-lo limpo. Computadores ajudam bastante nisso, mas, ainda assim, os engenheiros acústicos da Audi tem pela frente inúmeros testes para ouvir o carro por completo.

No futuro, o trabalho deve ficar ainda mais sofisticado. Enquanto isso, você pode ver o trabalho de sound design da equipe de Kunkel nos seguintes modelos: Audi S4, Audi S5, Audi A8 V8 FSI, Audi TT TDI e TTRS, e a supermáquina Audi R8.

Audi Urban Future Award

Rolou ontem , durante a Bienal de Arquitetura de Veneza, a entrega do prêmio Audi Urban Future Award. Eu já tinha contado sobre essa iniciativa aqui no blog antes, lembra?

O escolhido por melhor representar mobilidade e arquitetura nos centros urbanos de 2030 foi J. MAYER H. O escritório de Berlim levou € 100 mil pela conquista, o maior prêmio arquitetônico da Alemanha.

O vencedor foi escolhido por sua visão radicalmente diferente do que conhecemos por cidade hoje em dia, intercalando o real e o virtual e chegando a uma concepção jamais imaginada. Dá uma olhada nas fotos e veja por você mesmo!

O júri era composto por membros da Audi, universidades, museus e arquitetos, entre eles um brasileiro: Fernando de Mello Franco (MMBB Arquitetos, de São Paulo)!

O Audi Urban Future Award foi a primeira investida não só das quatro argolas – mas também de um representante da indústria automobilística – num trabalho interdisciplinar de estudo de urbanismo.

Segundo o presidente da Audi AG, Rupert Stadler, além de cumprir seu dever com um futuro mais sustentável, as quatro argolas também se beneficiam muito da troca de experiências com profissionais de outras áreas. E vice-versa. Pois a competência e visão dos arquitetos pode ser combinada com a expertise técnica da marca.

A ideia agora é aumentar ainda mais essa base de conhecimentos interdisciplinares para o futuro.

Até 26 de setembro, público poderá ver o trabalho de J. Mayer H e dos outros concorrentes em exposição na Scuola Grande della Misericordia, em Veneza.

Sedã “endiabrado”

Foi assim que o site da Quatro Rodas descreveu o Audi S6, cuja aparência “pacata” não deve enganar quem o vê e que chega ao Brasil com motor V10.

O carro vem com uma série de novos recursos visuais, como modificações no distintivo dianteiro e no pára-choque traseiro, além de novas rodas de 19 polegadas na concepção S.

As mudanças mais notáveis em comparação ao modelo Audi A6 estão na frente do carro. A grade do radiador exibe o emblema S6 e apresenta suportes duplos verticais em alumínio. O spoiler garante que o carro fique ainda mais “grudado” ao chão. Luzes diurnas estão localizadas no pára-choque frontal, cada uma composta por cinco LEDs brancos. Faróis de Xenon Plus também são de série, como também a tecnologia de luz adaptativa, que faz com que o facho de luz acompanhe o traçado da curva.

Outras diferenças também podem ser vistas na soleira da porta, com logos S6; no spoiler traseiro na tampa do porta-malas ou no teto; no acabamento em alumínio dos retrovisores; e no emblema V10 e no logo S6 na parte traseira. A parte posterior do veículo também apresenta um difusor de cor contrastante no pára-choque e quatro saídas ovais de escapamento.

No interior espaçoso do modelo esportivo, a Audi oferece acabamento em alumínio e couro. Os bancos esportivos dianteiros, com apoios de cabeça integrados, podem ser ajustados eletricamente em várias posições. O volante esportivo de três raios multifuncional apresenta logotipo S e costura dupla em cor contrastante, com shift paddles para mudança de marcha com acabamento em alumínio, acoplados ao conjunto (como nos carros de competição).

Olha só a ficha técnica dessa belezinha:

* Motor V10, com injeção direta de combustível concebida de acordo com o princípio FSI.

* 435 cv de potência a 6.800 rpm, e 540 Nm de torque máximo, disponível entre 3.000 e 4.000 rpm.

* Aceleração de 0 a 100 km/hora em apenas 5,2 segundos.

* Velocidade máxima de 250 km/h controlada eletronicamente.

* Consumo de combustível (combinado cidade/estrada) de 12,6 litros/100 km.

* Transmissão Tiptronic de seis velocidades, com relação de marchas relativamente curta, o que permite mudanças rápidas e otimizadas.

* Tração permanente quattro nas quatro rodas, como todos os modelos S.

* Diferencial central que distribui, normalmente, 40% da força para o eixo dianteiro e 60% para as rodas traseiras (dirigibilidade e manuseio mais dinâmicos)

* Componentes essenciais fabricados em alumínio leve, que reduzem o peso do conjunto.

* Direção Servotronic configurada para uma resposta mais direta do que no modelo A6.

* Pneus 265/35 R19 e sistema de frenagem com quatro discos ventilados com 18 polegadas, para frenagem mais confiante e eficaz.

* Itens de série:  sistema Multi Media Interface (MMI) com display colorida de alta resolução de 6,5 polegadas  e sistema de som com 10 alto-falantes, dois leitores de cartão SD e CD changer.

13 históricas

Nos dias 14 e 15 de agosto 13 motocicletas de corrida DKW – vindas de diversas partes da Europa – se reuniram pela primeira vez desde a Segunda Guerra Mundial diante de um público de cerca de 15 mil pessoas. O motivo do encontro? O Schottenring Classic Grand Prix 2010.

As motocicletas de corrida DKW supercharged eram invencíveis nas categorias 250 and 350 cc no final dos anos 1930. Elas também eram famosas pela música que faziam. Nenhuma motocicleta era mais alta que elas.

A convite da Audi Tradition, 13 “sobreviventes” dessas joias desfilaram pelo circuito e fizeram a alegria do público num dos mais antigos circuitos de corrida da Alemanha.

Outra coisa legal do evento foi o tributo ao vice-campeão mundial August Hobl, que, aos 79 anos de idade, apareceu montado em sua DKW RM 350. Hobl chegou ao pódio em 1956 e fez sua última aparição com motocicleta em Schottenring. Para marcar a data especial, ele foi feito membro honorário do clube de motociclismo “MSC Rund um Schotten”.

Outra presença importante no evento foi a de Ralf Waldmann, duas vezes vice-campeão na categoria 250 cc, e do duas vezes campeão alemão Harald Demuth.

Olha só as máquinas que estiveram em Schottenring:

  • DKW 350 RM e DKW 250 SS feitas em 1935,
  • DKW ORE 250 feita em 1929,
  • DKW 250 SS feita em  1938,
  • DKW 250 SS feita em 1939,
  • NSU Kompressor

O público também pode babar nesses modelos aqui, que estavam em exibição:

  • DKW 700 UL com sidecar,
  • DKW US 250 feita em 1939,
  • DKW 350 SS feita 1939.

Presentaço!

No último sábado, bem no ínicio da nova temporada da Bundesliga, a Audi resolveu dar um “presentinho” à equipe do Bayern de Munique que, com certeza, fez com que eles começassem com o pé direito e ganharem de 2 a 1 do Wolfsburg.

O “presentinho” em questão era um carro a escolher dentre a linha toda da Audi e foi entregue aos jogadores, equipe técnica e oficiais do time, diante de 3 mil pessoas, que aguardavam na Audi Piazza por autógrafos.

O técnico Louis van Gaal ficou com um A8 bege com motor 4.2 litros. O meio-campista David Alaba, de 18 anos, preferiu um A3 Sportback. Mark van Bommel, capitão do time e a estrela holadesa Arjen Robben também não resistiram aos encantos do A8. Os jovens Toni Kroos e Thomas Kraft escolheram a esportividade do Audi RS5.

A Audi está ligada ao Bayern de Munique há 8 anos. O time é descrito por ser dirigentes como capaz de aliar tradição, inovação, habilidades técnicas superiores e esportividade do mais alto nível. Tudo a ver com as quatro argolas, né? Sem contar o fato de terem sido campeões da liga passada e acumularem no total 22 vitórias.

E Philipp Lahm, Arjen Robben e companhia podem ficar tranquilos. Ano que vem tem mais “presentinho” da Audi!

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